Ambiente do Rio, CNseg e Sindicato das Seguradoras do Estado do Rio de Janeiro e do Espírito Santo), além de técnicos da Susep. Os indicados serão responsáveis por solicitar relatórios anuais das atividades envolvendo práticas de ações sustentáveis e elaborar planos imprescindíveis para o desenvolvimento sustentável do setor segurador.

O convênio estabelece regras mais rígidas para a contratação de seguros, sobretudo para empresas com práticas socioambientais inadequadas. As seguradoras, por exemplo, passarão a exigir a apresentação de licenças ambientais às empresas cujos equipamentos e instalações ofereçam riscos de produzir significativa degradação ambiental; vão propor medidas de proteção tecnicamente recomendáveis; excluir de seu portfólio de investimento títulos de empresas com padrões ambientais, sociais e de governança inferiores aos aceitáveis. E, na política de aceitação de riscos, as companhias vão incorporar critérios socioambientais e de governança, com reflexos nas taxas de prêmios. [3]

Ao mesmo tempo, o mercado assume o compromisso de oferecer produtos de seguros, previdência privada complementar e de capitalização que fomentem a qualidade de vida da população e o uso sustentável do meio ambiente. As empresas passam também a adotar critérios ambientais, sociais e de governança na seleção de parceiros e fornecedores; e a orientar consumidores sobre práticas sustentáveis de produção e a respeito do consumo consciente. Enfim, uma longa marcha que tem início efetivo a partir de agora.
       
Protocolo Verde aos termos dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês), será criada uma comissão especial para propor ações e acompanhar sua consecução.
 
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Fonte: SEGS
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Aditivo ao Protocolo Verde dará mais efetividade aos princípios de sustentabilidade